BIKE MTB

Ciclistas do Shimano Sports Team competem na Copa Internacional de MTB em Minas Gerais

Marca japonesa estará representada por 13 atletas de cinco equipes em Congonhas, na Copa Internacional Levorin de Mountain Bike

O fim de semana será de ação para boa parte dos integrantes do Shimano Sports Team. Ao todo, 13 ciclistas de mountain bike de cinco equipes, AVA Project, Team Oggi/Isapa, Caloi Elite Team, Groove/Shimano e Sense Factory Racing Team, competirão na terceira etapa da Copa Internacional Levorin de Mountain Bike (CIMTB Levorin), em Congonhas (MG). Na Capital Paulista, a marca japonesa estará presente no Gear Up! Bike Challenge com o tradicional Suporte Neutro da Shimano.

Karen Olimpio (Thiago Lemos / Divulgação)

Estarão na prova mineira representando a Shimano os seguintes atletas: Daniel Grossi (Groove/Shimano), Jefferson Batista, João Pedro Firmeza e Danielle Moraes (AVA Project), Karen Olímpio, Kennedi Lago, Mario Antonio Veríssimo e Luis Renato Borges (Team Oggi/Isapa), Sherman Trezza e Wolfgang Olsen (Caloi Elite Team), e Guilherme Muller, Mario Couto e Rubens Valeriano (Sense Factory Racing Team).

A CIMTB Levorin tem início na noite desta sexta-feira (18), quando será realizado o Desafio da Ladeira, um Up Hill (subida de montanha), com percurso de 700 metros em ruas de pedra sabão, finalizando em frente à Basílica do Bom Jesus do Matosinhos. A disputa começa às 18h30 e termina às 20h30, quando os campeões serão festejados pelo público local.

“No Desafio da Ladeira, enquanto os homens disputam semifinal e final, para a super elite feminina subimos uma única vez, um Up Hill com duração entre 3 e 4 minutos. É bastante sofrimento, mesmo em um curto espaço de tempo”, destaca Karen Olimpio. “No ano passado largamos na chuva e as pedras estavam escorregando bastante e, assim, não dava tração para podermos pedalar em pé. É uma disputa que usa muita explosão e força do começo ao fim”, finaliza Karen.

No sábado (19), será a vez dos ciclistas encararem a Maratona (XCM), com 63 km de percurso, e mais uma vez o término no fim da ladeira do Bom Jesus. “A Maratona é bem dura também. São vários quilômetros em um terreno com bastante poeira. Passamos por algumas trilhas, algo bem divertido. E, o final também, só sobe, até chegarmos na Basílica do Bom Jesus do Matosinhos”, conta Karen Olimpio.

Wolfgang Olsen (Thiago Lemos / Divulgação)

Wolfgang Olsen comenta a estratégia para a corrida do XCM. “Como em todas as provas de mountain bike, é importante competir com raça do início ao fim. E, ao mesmo tempo, de forma inteligente e aproveitando as oportunidades, como por exemplo uma fuga na hora certa. Essa prova em Congonhas não tem grandes serras, o que torna o ritmo mais intenso. Estar bem posicionado no início é bem importante. Nos anos anteriores tive grandes disputas na última ladeira e obtive bons resultados até cruzar a chegada. Acredito que desta vez não será diferente”, conta Wolf.